domingo, 21 de junho de 2009

AVIBRAS quer vender missel de 300km para o Exercito Brasileiro!!!















FOTO: ASTROS II e AVMT-300





O Brasil está a desenvolver um novo míssil guiado, de nome AV/MT-300 que será lançados por camiões Astros-II. Os novos mísseis serão guiados por um sistema inercial por laser e GPS, de forma idêntica aos mísseis americanos BGM 109 Tomahawk, mas a uma fracção do custo unitário destes (1,4 biliões de dólares por unidade!), voando como um míssil até se aproximar do alvo, altura em que abre as asas e passa a voar como um pequeno avião supersónico, até ao momento do impacto.

De capacidades semelhantes ao Tomahawk americano, o AV/MT-300 terá, um preço muito inferior… Ou seja, em vez de 1,4 biliões de dólares cada míssil, cada AV/MT-300 deverá custa menos de um milhão de dólares. As características e promessas desta proposta brasileira já atrairam o interesse dos actuais utilizadores do sistemas Astros II. Como a Malásia que ainda recentemente comprou sistemas Astros II por 180 milhões de dólares ou o Iraque, a Arábia Saudita, o Qatar e o Kuwait, para além do Brasil, claro.

O AV/MT-300 brasileiro será capaz de transportar uma ogiva de até 200 Kg de explosivos a alvos situados a até 300 Km de distância. Existem estudos para variantes navais do míssil (conhecidas como X-300) e de lançamento aéreo, sobre os quais a Avibras tem trabalhado, de forma intermitente, nos últimos anos, pelo menos desde 1999.

A abordagem está sendo dada a um ambicioso programa destinado, por exemplo, a integrar o elo do Exército na defesa dos interesses na plataforma continental, jazidas do pré-sal e toda a rede de plataformas marítimas da Petrobrás. O míssil de cruzeiro leve TM, revelado em 2001, é a versão local de uma classe de arma guiada criada com a meta no baixo custo. A versão brasileira atua entre 150 e 300 quilômetros. Pode ser disparada do solo por carretas padrão do sistema Astros-II ou embarcada em caça bombardeiro.

A proposta de Hassuani é empregar mísseis em baterias de até seis veículos, dois a dois, totalizando 12 vetores. O TM é de calibrec 450 mm, e cobre alvos de 120 a 300 quilômetros . Distribuídos ao longo dos pontos estratégicos do litoral, podem levar fogo rápido e intenso sobre conjunto de embarcações que pretenda, por exemplo, tomar instalações da rede de exploração de petróleo. O investimento, de longo prazo, chega a R$ 1 bilhão.

Fonte: O Estado de São Paulo

Opinião: Este missel tem tudo para dar certo, uma vez que Arabia Saudita e Malasia est~]ao interessados.Ja para o Brasil, a possibilidade é menor devido ao preço do missel, que mesmo sendo bem menor que o seus concorrentes no mercado sairia cara para o EB.Porem com as recentes compras é possivel que o Brasil abra a mão para esta arma devido a sua eficacia em proteger a area do pré-sal.Mas para iso novos ASTROS II teriam de ser comprados pois no momento temos apenas 20 lançadores, todos próximos a Brasília.O tempo dira...

Para o Brasil, este missel nos colocaria muito acima da capacidade militar terrestre dos nossos vizinhos, que sequer possuem algo de maior alcance e poder de fogo que os atuais foguetes do ASTROS II.


3 comentários:

  1. boa, noite o brasil com a avibras, tem que ir em frente com o missil astro tm nâo sô na versâo,
    terra mais nua versâo terra ar tam bem a india,
    tem, o brahmo que parece o tm da avibras sera que a avibras nâo passou a tecnologia para eles++ brasil, pedro de osasco

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  2. Se cada Tomahawk custa 1,4 "biliões" ,meu Deus, de dólares eu sou o papai noel e meu melhor amigo é o coelhinho da pascoa! Informação é luxo hoje em dia...

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  3. O custo do tomahawk varia de 0,6 à 1,4 milhões unidade, depende da versão. Se fosse 1,4 bi como mencionado na matéria não seria uma arma amplamente utilizada, pois seu custo benefício não valeria a pena.

    Acho que a Avibras está apostando tudo de novo neste projeto, espero que o MD não deixe eles falando sozinhos como no caso do astro II.

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