quinta-feira, 1 de outubro de 2009

EUA podera comprar 100 Super Tucanos da EMBRAER!!!!!!



A Embraer participa do processo de seleção aberto pela Força aérea dos Estados Unidos para a compra de 100 aeronaves turboélice de ataque leve, na categoria do Super Tucano.

A Embraer é apontada por especialistas do setor como a grande favorita da competição, tendo em vista que o Super Tucano é o único modelo no mundo com operação comprovada em missões anti-guerrilha, na Colômbia, que opera 25 aeronaves do modelo.

Se concretizada, essa seria a maior venda de Super Tucano já realizada pela Embraer desde o seu lançamento. Em 2008 o modelo foi responsável por mais da metade das exportações da área de defesa da fabricante brasileira, que totalizaram US$ 504 milhões. Este ano o Super Tucano recebeu oito encomendas da República Dominicana e 24 do Equador. A Força aérea Brasileira (FAB) comprou 99 e já recebeu cerca de 72 unidades.

O processo de seleção ainda encontra-se na fase de pedido de informações, através da emissão de um RFI (Request For Information), que as empresas interessadas responderam no fim do mês de agosto. A oficialização do processo de concorrência se dá com a publicação de um pedido de proposta, conhecido no jargão militar como RFP (sigla em inglês), o que ainda não aconteceu.

Entre os prováveis competidores do Super Tucano nessa concorrência estão o modelo suíço Pilatus PC-9 e o americano T-6, fabricado pela Beechcraft. A aeronave americana, segundo apurou o Valor, está em desvantagem em relação ao Super Tucano porque a sua nova versão, o AT-6B, ainda encontra-se em fase de desenvolvimento.

"O Super Tucano já foi produzido, certificado e operado com sucesso e em combate, não só no Brasil, mas também na Colômbia", disse uma fonte. Outro ponto a favor do Super Tucano é a sua capacidade para carregar armamentos. O AT-6B tem capacidade para transportar 500 quilos de carga paga enquanto o Super Tucano pode carregar até 1,5 toneladas e equipamentos de missão.

A versão básica do Super Tucano custa entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. Segundo uma fonte ligada à Embraer, o governo de Angola comprou em maio deste ano seis Super Tucano. É a primeira vez que a empresa realiza a venda de uma aeronave de defesa no continente africano.

No pedido de informações emitido pela USAF existe uma previsão de que as entregas iniciais das aeronaves aconteçam a partir de 2012 e que o primeiro esquadrão esteja operacional no ano seguinte. "Por enquanto só existe um pedido de informações para as empresas, o que não implica em nenhuma obrigação contratual por parte do governo dos Estados Unidos."

Caso a Embraer consiga concretiza a venda de 100 Super Tucano para a USAF, a empresa teria que, pela legislação americana, instalar uma linha de fabricação das aeronaves nos Estados Unidos. Essa não seria uma dificuldade para a Embraer, tendo em vista que a empresa brasileira já está montando uma nova instalação em Melbourne, na Flórida, para atender a operação de aviação executiva.

Além da Força aérea dos Estados Unidos, a Marinha deste país também estuda a possibilidade de adquirir aeronaves Super Tucano. O modelo já vem sendo testado há mais de um ano pela Marinha americana para provar conceito como aeronave de apoio aéreo próximo, destinado as forças de operações especiais em conflitos.

O primeiro Super Tucano vendidos para os EUA, como avião demonstrador de conceito, foi recebido pela US Navy através de operação de leasing, feita pela EP Aviation, do conhecido grupo americano de segurança privada Blackwater.

Fonte: Valor Econômico

domingo, 13 de setembro de 2009

Venezuela compra 100 blindados russos!!!





O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, disse ontem, ao receber em Moscou o par Hugo Chávez, que fornecerá tanques à Venezuela se o aliado assim desejar e deu garantias de fornecimento de armas, estreitando ainda mais laços bilaterais.

Em troca, Chávez reconheceu a independência dos territórios separatistas da Geórgia que estiveram na origem da guerra-relâmpago travada entre Moscou e Tbilisi em 2008.

Os novos compromissos assumidos consolidam a aliança entre Caracas e Moscou no momento em que o principal rival da Venezuela, a Colômbia, negocia os termos finais do novo pacto militar com os EUA -no episódio que desatou a mais recente crise regional e bilateral.

Não foram dados detalhes sobre o acordo assinado entre Chávez e Medvedev. Mas, segundo um oficial russo ouvido pela agência local RIA Novosti, foi acertada a compra pelo venezuelano de 100 tanques russos por até US$ 500 milhões do modelo T-90 e T-72M.

"Forneceremos à Venezuela as armas que a Venezuela desejar. Por que não tanques? Sem dúvida, temos bons tanques. E se nossos amigos quiserem tanques, nós os forneceremos", disse Medvedev.

Desde que a Venezuela elegeu a Rússia como aliada para contrapor a presença americana na vizinha Colômbia -atualmente alvo de polêmica regional por um acordo que permitirá o uso de bases militares colombianas por tropas americanas-, estima-se que tenham sido gastos cerca de US$ 4,4 bilhões na compra de 24 caças Sukhoi, helicópteros militares e 100 mil fuzis.

O venezuelano, porém, disse que as compras não significam uma "corrida armamentista". "Dizem que a Venezuela tem um plano expansionista e que a Rússia apoia esse plano nos vendendo armas. Nós só estamos incrementando nossa capacidade defensiva, não é nenhuma corrida armamentista, são planos estratégicos que respondem a um cerco que tentaram nos impor dos EUA, inclusive descumprindo contratos assinados anos atrás, para nos deixar desarmados", afirmou.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Rafale é o vencedor do FX-2!!!!!!!!


Brasil e França divulgaram hoje um comunicado em conjunto para confirmar um acordo de cooperação militar entre os dois países. Pelo acordo, o Brasil comprará da França 36 aviões de combate Rafale. O valor do acordo ainda não foi divulgado.

"Levando em conta a amplitude das transferências de tecnologia propostas e das garantias oferecidas pela parte francesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a decisão da parte brasileira de entrar em negociações com o GIE-Rafale para a aquisição de 36 aviões de combate", diz o comunicado conjunto.

Bruno Domingos/Reuters
Os presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva assinam acordo na área militar
Os presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva assinam acordo na área militar

O texto diz ainda que o presidente francês Nicolas Sarkozy comunicou a Lula hoje de manhã a "intenção da França de adquirir uma dezena de unidades da futura aeronave de transporte militar KC-390 e manifestou a disposição dos industriais franceses de contribuir para o desenvolvimento do programa dessa aeronave".

O projeto de desenvolvimento do KC-390 é da Embraer. Esse avião ainda não é produzido no Brasil. A França se compromete no desenvolvimento da aeronave. No acordo, a França se compromete a transferir tecnologia e capacidade de produção para o Brasil.

O avião Rafale, da empresa francesa Dassault, competia com o Gripen da sueca Saab e o F/A18 Super Hornet da americana Boeing por um contrato de US$ 4 bilhões de dólares.

Para convencer o Brasil, a França aceitou em sua oferta uma transferência tecnológica considerada sem precedentes por Paris.

Durante a visita ao Brasil, Sarkozy e Lula assinarão ainda um acordo militar que prevê a compra de submarinos e helicópteros num total de 8,5 bilhões de euros. O valor será maior com a compra de caças franceses. Segundo reportagem da Folha publicada neste domingo, será o maior e mais importante acordo militar da história recente do Brasil.

O acordo mais importante dos que serão assinados durante a visita do presidente francês se refere à construção conjunta de um submarino de propulsão nuclear e outros quatro convencionais do modelo francês Scorpene, assim como do estaleiro onde serão fabricados os navios e de uma base naval de apoio.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

LULA diz que vai acabar com os contigenciamentos da MB!!



Redução deixará mais dinheiro da exploração do petróleo nos cofres da União Lula quer que Marinha leve recursos do pré-sal para vigiar plataformas; fundo social pode ter recurso de royalties da mineração

Valdo Cruz – Da Sucursal de Brasília

A última versão da nova Lei do Petróleo entregue ao presidente Lula reduz a alíquota dos royalties nos campos do pré-sal de 10% para 5% e fixa em “até 30%” a participação mínima da Petrobras para que ela seja a operadora dos blocos.

Esses pontos, porém, ainda estão em debate no governo e serão definidos amanhã, em reunião da comissão interministerial que estuda as novas regras de exploração da região.

Lula decidiu que divulgará a proposta da nova Lei do Petróleo em reunião ministerial agendada para o dia 19. Em seguida, encaminhará os projetos em regime de urgência ao Congresso. A exploração comercial em larga escala do pré-sal só deve começar em 2015.

A redução da alíquota dos royalties para 5% valeria só para os campos do pré-sal que ainda não foram leiloados. Nos demais, continuaria de 10%, seguindo as mesmas regras de repartição que beneficiam os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Lula quer não só reduzir a alíquota como também modificar a distribuição dos royalties do pré-sal, adotando um sistema que beneficie todo o território nacional. Como esse ponto é polêmico e vem sendo criticado pelo governador Sérgio Cabral (RJ), a decisão será política.

A mudança nas alíquotas dos royalties, que no ano passado arrecadaram R$ 10,94 bilhões, significa mais dinheiro em caixa para a União. Como as empresas terão um custo menor com o pagamento de royalties, poderão oferecer uma parcela maior do petróleo extraído ao governo federal.

No caso da participação mínima, diante das pressões da Petrobras para que fosse fixada em 30%, a comissão decidiu buscar um meio-termo. O projeto entregue a Lula diz que esse percentual será decidido caso a caso pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética, comandado pelo governo) “em até 30%”.

Para defender sua proposta, a Petrobras alegou que hoje a ANP (Agência Nacional d Petróleo) exige que as operadoras tenham ao menos 30% do consórcio formado para explorar um campo. O governo resiste a fixar esse percentual mínimo, alegando que ele precisa ser analisado de acordo com a conjuntura do momento do leilão -como preço do barril.

Fundo

O governo decidiu ainda que, para ajudar na capitalização do futuro Fundo de Desenvolvimento Social, destinará a ele não só a renda do pré-sal mas também a receita dos royalties do setor de mineração. Hoje, essa arrecadação é pequena, mas o governo está propondo que as alíquotas cobradas das mineradoras sejam elevadas.

Lula deu ainda a determinação de que sejam garantidos recursos para a Marinha, a fim de que ela possa se aparelhar para vigiar as plataformas de exploração do petróleo do pré-sal -a 300 km da costa brasileira.

Hoje, a Marinha já tem uma participação da receita do petróleo, mas quase sempre fica bloqueada no Tesouro. O presidente, porém, disse que sua equipe econômica terá não só de acabar com esses bloqueios mas também garantir mais receita para a Marinha.

A nova Lei do Petróleo será formada por três projetos de lei. Um criará o sistema de partilha de produção nos campos do pré-sal -ganhará o leilão o consórcio que oferecer a maior parte da produção de óleo à União; outro tratará da criação da NEP (Nova Estatal do Petróleo), que irá gerir toda a riqueza dessas reservas e o terceiro definirá as regras do Fundo de Desenvolvimento Social.

LULA diz que Rafale esta no páreo....






A entrevista será transmitida pela TV 5 neste domingo (6), um dia antes da chegada ao Brasil do presidente francês, Nicolas Sarkozy, marcada para segunda-feira (7). A Agência Brasil acompanhou a conversa do presidente com os jornalistas franceses.

Um dos principais temas do encontro entre Lula e Sarkozy será a colaboração militar. O presidente confirmou que os franceses estão no páreo para vender 36 caças Dassault Rafale à Força Aérea Brasileira, um negócio que pode ultrapassar R$ 5 bilhões.

Lula ressaltou, no entanto, que vencerá quem repassar tecnologia para o Brasil. “Não podemos comprar um caça que a gente não detenha a tecnologia. Até porque sonhamos em produzir partes desse avião”, disse, numa clara referência à Embraer.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Governo encaminha ao Legislativo pacote para a DEFESA....





Governo encaminha este mês ao Legislativo pacote de medidas estratégicas para reorganizar as Forças Armadas, incentivar a indústria bélica e ampliar a presença militar em áreas como a Amazônia

Presidente Lula (acima) visita o Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, no Centro Experimental de Aramar. Inaugurado em 1986, projeto constrói, com tecnologia nacional, o primeiro submarino nuclear brasileiro

Chega ao Congresso Nacional neste mês um pacote de medidas legislativas enviadas pelo governo federal para que o país possa concretizar a chamada Estratégia Nacional de Defesa, um plano lançado em dezembro de 2008 que enumera ações estratégicas de médio e longo prazo (para durar 50 anos) em três eixos: reorganização das Forças Armadas, reestruturação da indústria brasileira de material de defesa (inclusive para a exportação) e fortalecimento e ampliação do serviço militar.

O plano delimitou três setores estratégicos para a defesa nacional: o espacial, o nuclear e o cibernético. O desenvolvimento e o lançamento de satélites, a construção do submarino nuclear brasileiro, o incremento radical da presença militar na Amazônia e a fabricação de equipamentos como radares, veículos aéreos não tripulados, aviões, helicópteros, blindados, munições e armas inteligentes são algumas das premissas dessa estratégia.

Boa parte dos programas, porém, depende de novas leis que incentivem e protejam a produção nacional em setores estratégicos. Serão propostas mudanças na legislação que rege as compras para a defesa, criando-se regime jurídico e tributário especial (incluindo dispensa de licitação) para as empresas do setor, e proteção contra cortes ou bloqueios orçamentários – para garantir a continuidade das compras. Em contrapartida, o governo federal criaria medidas regulatórias para assegurar poderes especiais sobre as empresas.

Por isso, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, passou as últimas semanas negociando a aprovação do pacote de projetos. Além dos incentivos financeiros, uma das iniciativas legislativas deverá ser a mudança na Lei Complementar 97/99, que dispõe sobre as normas gerais para o Ministério da Defesa, inclusive o emprego das Forças Armadas como polícia na região de fronteira, atribuição hoje permitida apenas ao Exército.

Jobim já se reuniu com lideranças da Frente Parlamentar da Defesa Nacional (formada por 200 deputados e senadores) para definir a melhor forma de encaminhar as medidas (leia o quadro), já que a ideia é iniciar a discussão logo na retomada dos trabalhos legislativos. O governo espera usar a força de sua maioria parlamentar para ver aprovadas as medidas ainda este ano, evitando a contaminação do assunto pela campanha eleitoral de 2010.

Em palestra para dezenas de oficiais da reserva no Clube Militar, no Rio de Janeiro, Jobim lembrou que a Estratégia Nacional de Defesa não pode ter seus objetivos e sua eficácia associados às restrições orçamentárias atuais, que “são momentâneas, para um ou dois anos”.

A defesa foi uma das áreas que mais sofreu com os cortes de recursos promovidos pelo governo este ano, por causa da crise financeira internacional (veja pág. 7). O setor, inclusive, segue com um dos mais baixos índices mundiais de investimento em relação ao produto interno bruto (PIB), com menos de 0,2%

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A-12 São Paulo volta para ATIVA após modernização!!!!






Maior navio de guerra do Hemisfério Sul retoma este mês suas operações navais

Maria Luisa Barros e Élcio Braga

Rio – Um gigante de ferro em contagem regressiva para retornar ao mar. Quatro anos após o acidente que matou três militares e deixou sete feridos, o porta-aviões São Paulo, maior embarcação da esquadra brasileira, vai voltar a navegar em operações de inspeção e adestramento pelo litoral de Santos e Vitória.

A previsão é que, até o fim do mês, o navio saia do Arsenal da Marinha, no Centro do Rio, para testar todos os sistemas e equipamentos e treinar os pilotos dos esquadrões de helicópteros e de caça Skyhawk.

Militares a bordo do porta-aviões ainda não sabem qual será a primeira missão oficial. Mas, se passar no teste naval, o São Paulo estará pronto em 2010 para proteger recursos ainda não explorados da Amazônia Azul, a fronteira brasileira no mar, e resguardar as reservas de petróleo, principalmente as do pré-sal.

Desde 2005, o São Paulo está parado para a sua primeira grande reforma às vésperas dos seus 50 anos. Neste período, foram gastos R$ 80 milhões para manter e modernizar máquinas e equipamentos.

Ganhou novos sistemas de radares capazes de detectar o inimigo a 380 km de distância e três lançadores de mísseis. A catapulta, que impulsiona as aeronaves, foi revisada. Tubulações de combustível, água e até a de vapor na padaria, onde houve o vazamento de gases superaquecidos, foram substituídas.

A embarcação também recebeu novos equipamentos de segurança para o CAV, grupamento de resgate e combate a incêndios e alagamentos — os bombeiros do navio. “É item prioritário para garantir a sobrevivência de todos nós”, diz o comandante do São Paulo, o capitão de mar e guerra, Rodolfo Frederico Dibo. Para ele, o navio aeródromo assegura a defesa nacional. “O mundo inteiro vê que o Brasil opera um porta-aviões. Ele impõe respeito aos países vizinhos.”

Apenas nove países possuem porta-aviões, quase uma cidade com autonomia para permanecer até 30 dias em alto mar. Corredores que parecem não ter fim levam a 1.850 cômodos.

Os 1.400 militares a bordo contam com UTI, salas de cirurgias e enfermaria com 21 leitos, consultório odontológico, capela, academia de ginástica, sala de jogos, quatro cozinhas, padaria, açougue e refeitórios onde são servidas diariamente 6 mil refeições, com café, almoço, jantar, além do rancho noturno.

Quinta-feira, o almoço foi feijão, risoto de frango, salada e doce de abóbora com coco. Responsável pelo cardápio, o imediato e capitão de fragata Sérgio Chaves Júnior tem que fazer milagres para garantir cinco refeições/dia ao custo total de R$ 3,50 para cada um dos 1.400 tripulantes.

Número que sobe para 2 mil pessoas quando vai ao mar, com o reforço de pilotos e mecânicos de aeronave. O maior navio de guerra abaixo da linha do Equador espera continuar em tempos de paz.

Piloto nem usa toda a pista de 160 metros

A façanha é digna dos grandes ases: pousar um caça Skyhawk em pista de apenas 160 metros, 10 vezes menor do que a de um aeroporto. Mesmo assim, só se usam 100 metros. “Quando olho de cima, só vejo água. Não há uma referência e tenho de checar os instrumentos”, diz um dos nossos Top Guns, o capitão de fragata José Vicente de Alvarenga Filho, 40 anos, chefe do Departamento de Aviação do São Paulo.

É nesse trecho mínimo que o piloto mostra perícia e arrojo. O jato tem de tocar o chão na medida exata para que o gancho em sua cauda engate no cabo de aço que cruza a pista. A velocidade cai de 220 km/h a zero quase instantaneamente. Se não houver o engate, o piloto ainda pode usar os 60 metros restantes de pista para arremeter.

Em 25 anos de Marinha, Alvarenga ostenta 80 pousos no porta-aviões e 1.500 horas de voo. “Não posso entrar muito veloz na pista porque o avião pode cortar o cabo de aço como uma faca corta um barbante. Se for muito lento, posso pegar o cabo com as rodas no ar e jogar a aeronave contra o navio”, observa.

Para quem fica no convoo — a área de pouso e decolagem —, os riscos são de assustar. Ele é considerado o lugar mais perigoso para se trabalhar no mundo. O treinamento é rigoroso e as normas de segurança, seguidas à risca. “Não é difícil. É perigoso. Temos que treinar muito. Mas depois entra no sangue”, brinca o piloto.

Detalhes do São Paulo:

PODER DE FOGO

Capaz de transportar de uma só vez 39 aeronaves: 17 helicópteros e 22 caças.Armados com 3 lançadores de misseis antiaereos de curto alcance MISTRAL e metralhadoras .50

DESLOCAMENTO

É o peso da embarcação: 34 mil toneladas (a plena carga).

VELOCIDADE

Máxima de 30 nós (54 km/h), alta para navios de seu porte. Tem autonomia para navegar sem reabastecer por um mês.

CONDOMÍNIO

Se fosse um condomínio, teria 20 blocos de 15 andares e 1.850 cômodos. Para inspecionar todos os compartimentos do navio são necessários 10 dias.

PASSADO

Comprado da França por US$ 12 milhões (R$ 24 milhões), em 2000, para substituir o Minas Gerais. Construído entre 1957 e 1960, combateu na Guerra do Golfo.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

JOBIM efetua compras militares na França!!!!!









Brasil e França começam nesta semana uma maratona de encontros para fechar até o final de agosto os acordos para os três primeiros grandes contratos na área de defesa. O ministro Nelson Jobim (Defesa) sai do Brasil na próxima sexta e desembarca em Paris para dar a partida nessa etapa final. A meta do trabalho ao longo deste e do próximo mês é chegar à solenidade do 7 de Setembro, que terá como convidado especial o presidente francês, Nicolas Sarkozy, com tudo pronto para anunciar a compra e montagem no Brasil de 51 helicópteros pesados Cougar EC-725, a aquisição de quatro submarinos convencionais e os contratos para a construção do casco de um submarino de propulsão nuclear.

Além disso, numa negociação separada, o governo brasileiro discute com a França o financiamento para a construção de um estaleiro e uma base naval no litoral do Rio. Jobim desembarcará na manhã de sábado em Paris - três dias depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser homenageado na cidade pela Unesco - para participar das comemorações da data nacional francesa (14 de julho) e se reunir com assessores de Sarkozy e os altos comandos militares e da indústria de defesa da França.

No dia seguinte aos festejos, Jobim cumpre uma das agendas estratégicas da viagem. Voa no dia 15 num Rafale, um dos caças selecionados para a lista final do projeto FX-2 da Força Aérea Brasileira (FAB) - os outros dois concorrentes são o F-18, da Boeing norte-americana, e o Gripen NG, da Saab sueca.

O acerto geral para a compra dos 51 helicópteros, segundo Jobim disse ao Estado, está fechado, restando ainda uma negociação sobre os detalhes da transferência de tecnologia. Os aparelhos serão montados na fábrica da Helibrás, em Itajubá (MG), onde algumas de suas partes são produzidas. "Hoje, a transferência de tecnologia e a aliança com empresas brasileiras são a regra do jogo. Não é uma simples compra, como acontecia antigamente, mas a implantação de uma linha de produção", disse Jobim.
"Vamos transformar a Helibrás em uma plataforma de exportação para América do Sul", acrescentou o ministro, referindo-se à cooperação com a Eurocopter France.

No caso dos submarinos classe Scorpène, um dos nós a desatar nesta viagem é o financiamento da base naval e o estaleiro. A Compagnie Française D?assurance pour le Commerce Exterieur (Coface) financia 70% das compras de helicópteros e submarinos - assim como os caças, se o Rafale vier a ser o escolhido -, mas não a infraestrutura naval. Como o BNP Paribas é o agente financeiro da operação, o governo brasileiro terá de discutir o assunto com a Coface e com o BNP.

Os dois empréstimos para a compra dos submarinos e dos helicópteros têm custo estimado em R$ 23 bilhões - em torno de R$ 6 bi para os Cougar, e R$ 17 bi para os submarinos. A plataforma naval, no litoral fluminense, custaria outros R$ 3 bi, mas ainda está com o financiamento em negociação.

Vencida essa etapa, a Defesa vai se concentrar na escolha do novo modelo de caça que vai equipar a Força Aérea, o projeto FX-2. A ideia é adquirir até 36 novos caças supersônicos. Jobim já voou no F-18/Hornet dos EUA enquanto o Gripen NG (Next Generation) foi testado por brigadeiros e pilotos brasileiros. A previsão é que, em agosto, a FAB decida por um dos três caças cujas propostas, dependendo da configuração final do equipamento, podem custar entre R$ 8 bi e R$ 12 bi.

A decisão final caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Defesa, depois de ouvidos o Conselho de Defesa Nacional e os oficiais da FAB. A meta é anunciar o vencedor do projeto em meados de agosto. Dependendo do vencedor, a visita de Sarkozy para as comemorações da data nacional brasileira pode se transformar em mais uma festa para a indústria Dassault, a fabricante do Rafale. Pela sociedade que mantém com a Embraer, o Rafale é, indiscutivelmente, um dos fortes candidatos da concorrência.

No Brasil, o financiamento dos 30% dos investimentos pelo Tesouro Nacional é um assunto espinhoso porque esse gasto nunca foi considerado prioritário para a área econômica. Mas a decisão política do presidente Lula está tomada e a primeira parcela do empréstimo dos submarinos já está na pauta da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), que é coordenada pelo Ministério do Planejamento e tem representantes da Fazenda, Itamaraty e Banco Central. A comissão é responsável pela aprovação e acompanhamento dos financiamentos contratados pelo setor público no exterior.

Na disputa do FX-2, há quem aposte as fichas de que o vencedor será o Rafale. Afinal, sua fabricante, a Dassault Aviation, já tem contrato com a Embraer – que, para quem não se lembra, é de maioria acionária francesa. Os F/A-18 Hornet estão empacados na transferência de tecnologia, questão que dá arrepios ao Pentágono. Já o Gripen NG sofre com a lenda urbana que criaram em torno dele: de que não tem autonomia de voo para cumprir um trajeto desde Anápolis (GO) à fronteira do Brasil com a Venezuela.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Exercito testa versão de ataque do Pantera!!!



O Comando da Aviação do Exercito Brasileiro (CAvEx), anunciou testes com uma versão modificada de ataque do Eurocopter AS-365K “Pantera” através de acordos de cooperação firmado com a Helibras.

Segundo informações os “Pantera” do exercito devem ser armados inicialmente com uma metralhadora calibre .50 e com um lançador de foguetes Avibras Sbat-70. Não se sabe se a modificação contemplará a totalidade dos 32 helicopteros “Pantera” da CAvEx.

Atualmente, as aeronaves são utilizadas no transporte de tropas em operações aeromóveis. Os Pantera também podem atuar em missões secundárias, a exemplo de reconhecimento, apoio à guerra eletrônica, busca e salvamento, evacuação aérea e transporte de carga. A frota do Exército é composta por 32 modelos Pantera.

Atualmente o exercito possui:

32 Esquilo/Fenec
32 Pantera
8 Cougar
4 Black Hawk

Cerca de 20 esquilos são utilizados atualmente para ataque, com metralhadoras e foguetes.Pantera apesar de mais capaz, tambem estar longe de ser um helicoptero de ataque genuino como o MI-35M comprado pela FAB.O Exercito improvisa na falta de um vetor de ataque.

sábado, 27 de junho de 2009

Exercito planeja gastar 150 bilhões de reais até 2030!!!!!


Velhos M-60 A3 TTS ainda estão em serviço num país que pretende estar entre os membros permamentes do conselho de segurança da ONU.Mas tal situação poderá mudar....




Nesta semana, o Exército apresentou ao Ministério da Defesa seus planos de equipamento e reestruturação, que nortearão ações promovidas em um período de 2010 a 2030. Para a elaboração do documento, foram criados seis grupos de trabalho (integração, articulação, equipamento, racionalização, apoio e doutrina), que iniciaram a elaboração de suas planilhas no mês de fevereiro, conforme adiantou o Defesa Brasil.

Entitulado de Estratégia Braço Forte, o plano compreende vários projetos realizados em pequeno, médio e longo prazo e define os projetos contidos no período de curto prazo, até 2014, como “necessidade emergencial”, em que, com um mínimo de acréscimo de efetivo, o Exército Brasileiro dará prioridade absoluta a ações que permitam a conclusão de projetos já iniciados, completando o nível mínimo dos equipamentos militares e infraestrutura atuais. Neste prazo, áreas críticas, com grande grau de obsolescência serão atendidas, como o armamento individual e o sistema de defesa anti-aérea.

Dentro deste contexto de emergencialidade, o acréscimo médio ao orçamento anual até 2014 é de pouco mais de 2 bilhões de reais. A longo prazo, tal acréscimo pode chegar a 7 bilhões em investimentos. O custo total previsto para o plano é de 149,1 bilhões de reais, relativos a projetos executados até 2030. O Exército, contudo, admite que tais recursos são “expressivos” e que a concretização do plano em sua totalidade será uma decisão do Estado Brasileiro.

A médio e longo prazos, haverá acréscimos significativos de efeito, principalmente na Amazônia, que receberá atenção especial, como a criação de novos batalhões na fronteira e uma nova Brigada de Infantaria de Selva em Manaus. A Região Amazônica deverá receber um acréscimo de 22 mil homens. No total, o efetivo do Exército deverá crescer em cerca de 59 mil militares.

O plano é dividido ainda em programas, como o "Sentinela da Pátria", que cuidará da reestruturação, redistribuição e criação de novas unidades militares e brigadas, que deverão seguir o princípio da alta mobilidade, com tropas aerotransportáveis e de alto poder de fogo. Já o programa Combatente Brasileiro (COBRA), norteará a aquisição e, principalmente, o desenvolvimento de novos equipamentos militares, no âmbito do sistema de ciência e tecnologia do Exército Brasileiro, com absoluta prioridade à indústria nacional, visando o desenvolvimento de produtos de defesa de alto potencial de exportação e valor agregado.

Descentralização
Dando sequência a um movimento que vem sendo realizado há anos, o Exército pretende transferir unidades situadas no Rio de Janeiro para outras regiões do país, como a Amazônia. A Brigada de Infantaria Paraquedista deverá ser transferida para a cidade goiana de Anápolis, paralelamente ao movimento análogo das unidades de transporte da Força Aérea Brasileira. Tal fato sugere alta harmonia e integração entre as duas Forças Armadas, além de obedecer a um dos parâmetros da Estratégia Nacional de Defesa, que determina ao Exército possuir alto grau de mobilidade dentro do território nacional, podendo se fazer presente em qualquer ponto, no menor tempo e com o maior poder possível

URUTU III: O Futuro Blindado do Exercito Brasileiro

Ururtu III - 8x8



O futuro Urutu III é conhecido como Viatura Blindada de Transporte de Pessoal - Média de Rodas, ou VBTP-MR. Desde uma concorrida licitação, vencida em setembro de 2007 pela Iveco, empresa do Grupo Fiat, o projeto vem sendo desenvolvido com apoio de agências de tecnologia do EB. Seu preço deverá ser de US$ 1,8 milhão, cerca de 50% da cotação média internacional.


O resultado final do acordo prevê um blindado 18 ton, com motor diesel, tração 6x6, anfíbio, capaz de conduzir 11 soldados equipados para combate, mais um motorista e um artilheiro.


As especificações ainda não são definitivas, mas o padrão inicial sinaliza um carro de 6,9 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura. O modelo terá uma torre móvel não tripulada, de acionamento elétrico, para receber vários tipos de armas, e atingirá a velocidade de 90 km por hora em estrada (e 9 km/hora na água).


O Urutu III será equipado com navegador GPS, sistema ótico de visão noturna e armamento primário, formado por uma metralhadora 7.62 mm (ou .50) na torre e sensor de detecção laser.


Ele terá sistema eletrônico central de controle remoto de armas, a possibilidade de incorporar diversos tipos de acessórios externos, como escudos específicos e torretas, além de pneus resistentes a projéteis de alto impacto.


Por isso tudo, haverá 9 configurações possíveis para o Urutu III, desde uma central de comando até um lança-morteiros de 81 milímetros. Suas medidas permitirão o embarque em cargueiros C-130 Hércules e KC-390, da Embraer.


O primeiro protótipo já está sendo construído na fábrica de Sete Lagoas (MG) e deve ficar pronto em 2010, a tempo de participar da parada de 7 de setembro, em Brasília. Até 2011, deverão ser entregues outras 16 unidades.


O índice de nacionalização de componentes e peças chegará a 60% com relativa facilidade, baseada na qualidade dos fornecedores nacionais de componentes e peças.

Em 13 de abril de 2009, a Elbit Systems anunciou ter sido selecionada pelo Exército Brasileiro para o fornecimento de torres não tripuladas, a serem instaladas na Viatura Blindada de Transporte de Pessoal - Médio de Rodas (VBTP-MR). A empresa israelense disputou o contrato com as mais importantes indústrias de defesa do mundo.


Como parte da primeira fase do Programa Multi-anual das Forças Terrestres Brasileiras, a Elbit Systems foi selecionada com o primeiro contrato para fornecer as torres não tripuladas.


Trata-se de um sistema de armamento completo e de alto nível tecnológico, que incorpora um canhão automático de 30mm, uma metralhadora coaxial de 7.62mm, um Alerta de Incidência de Laser (LWS), miras panorâmicas para o comandante, e lançadores de granadas fumígenas, além de outros equipamentos.


A Torre ORCWS 7.62 possui ainda a combinação de sistemas de estabilização em dois eixos e um rastreador automático de alvo. Por não ser tripulada, a torre funciona remota e eletricamente, sendo operada inteiramente de dentro do VBTP-MR. Dessa forma, a tripulação não fica exposta ao meio externo.

Este projeto único é baseado na larga experiência acumulada no campo de batalha em conflitos de alta e baixa intensidade e no constante surgimento de novas ameaças e desafios não convencionais.

A demanda do Exercito é de mais de 1.200 blindados, que substituiriam os atuais Urutu, Cascavel e M-113.Os custos seriam de quase 5 bilhões de reais.


FAB comprará mais aviões de transporte da Espanha!!!!



A Subdiretoria de Desenvolvimento e Programas (SDDP), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Aeronáutica recebeu esta semana, em Brasília, a oferta inicial da empresa espanhola EADS-CASA para a aquisição de quatro novas aeronaves de transporte C-105 Amazonas e quatro SC-105, versão de busca e resgate da referida aeronave. Os aviões serão destinados a unidades de transporte que atual no Norte e Centro-Oeste do país e ao Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV), sediado em Campo Grande (MS) e especializado em operações de busca e salvamento.

A oferta inicial da empresa visa atender aos requisitos do Comando da Aeronáutica expedidos por meio de pedido de oferta (Request for Proposal – RFP) entregue à empresa no último dia 15 de abril. A próxima fase do processo de aquisição das novas aeronaves será a avaliação inicial da oferta apresentada, o que ocorrerá em julho. Uma equipe multidisciplinar, composta por militares e civis de vários setores da Aeronáutica, sob a coordenação da Gerência do Projeto CL-X, avaliará os aspectos técnico-operacionais, logísticos, comerciais, industriais e de offset, entre outros elementos.


fonte: defesa net

domingo, 21 de junho de 2009

Caças AMX da FAB receberão visores térmicos !!!




PORTLAND, Oregon, 9 de Junho de 2009.

A empresa FLIR Systems Inc. ganhou um contrato $ 7 milhões da Embraer para o desenvolvimento e entrega de várias unidades de visores de imagem témica – NavFLIR. As unidades entregues no âmbito deste contacto serão instalados nos caças AMX da Força Aérea Brasileira.

O NavFLIR é um equipamente de alto desempenho, de sistema infravermelho, instalado no nariz da aeronave. Os pilotos através do NavFLIR, tem o reforço da sua capacidade para ver o terreno e outras aeronaves, em longas séries, mesmo na escuridão total, luz neblina, poeira e fumaça, diz um representante da empresa. O sistema pode ser modificado para utilização em várias plataformas, incluindo jatos, helicópteros e navios.

Os trabalhos sobre este contrato serão realizados nas instalações da FLIR em Wilsonville, Oregon , com as entregas sendo feitas nos primeiros 17 meses de desenvolvimento.

A duração total do programa está previsto para ser de aproximadamente cinco anos.

Opinião: Os caças AMX da FAB são otimos para função de ataque.Possuem uma boa capacidade de carga bélica e autonomia de voo, essenciais para sua missão.Fabricados no inicio dos anos 90, estas aeronaves chegaram a metade da sua vida util, motivo pelo qual uma modernização e revitalização de 350 milhões de dolares esta sendo paga pela FAB para que a EMBRAER recupere estes caças.Estes visores térmicos são componentes separados do projeto de modernização da empresa, e estão sendo comprados a parte pela FAB.O FX-2 inicialmente contemplara a força com 36 caças.Até o AMX ser substituido, ele ja tera ficado em serviço em no minimo até 2025, pois os primeiro da fila para desativação são os bem mais velhos F-5EM.Melhorar a capacidade destes caças que ainda terão um consideravel tempo de serviço é justificavel.Se planeja colocar a nova vesão do missel Piranha nacional e o missel anti-radar MAR-1 para equipar estes AMX.O Brasil tera uma moderna frota de caças de ataque.Mas com a chegada do FX-2 em larga escala, teremos um caça multifunção, que substituira o AMX quanto ataque, e os mirrage e F-5 quanto a interceptação.

Submarinos da MB estarão prontos até 2021!!!!!






A Marinha do Brasil já encontrou o lugar ideal para a construção do complexo industrial naval de onde deve sair, em pelo menos 12 anos, o primeiro submarino nuclear brasileiro. Trata-se de uma área de 95 mil metros quadrados encravada na Ilha da Madeira, às margens da Baía de Sepetiba, litoral sul do Rio.

A Marinha negocia a cessão do terreno, próximo ao Porto de Itaguaí, com a Companhia Docas, atual proprietária, enquanto faz os últimos ajustes no projeto. Se forem obtidas as licenças ambientais, serão erguidos ali a nova base da Força de Submarinos da Marinha, que atualmente fica em Niterói, e um estaleiro de grandes proporções, capaz de abrigar as dimensões da futura linha de produção da prioridade número um da Marinha.

No caminho para desenvolver o casco do submarino nuclear, a Marinha vai construir quatro submarinos convencionais, de propulsão diesel-elétrica, do modelo francês Scorpène. Eles integram o pacote do acordo militar assinado entre Brasil e França no fim de 2008, durante a vista do presidente francês, Nicolas Sarkozy, ao Brasil. Vão se juntar à atual frota nacional de cinco submarinos da classe Tupi, construídos com tecnologia alemã.

O convênio de transferência da tecnologia do Scorpène também contempla o financiamento de um grupo de instituições financeiras francesas para todo o projeto, cujo valor ainda não foi fechado. É o que falta para que a Marinha comece a executar o plano. "Atualmente estamos na fase de pré-planejamento, acompanhando as discussões contratuais", disse ao Estado o almirante de esquadra reformado José Alberto Accioly Fragelli, convocado em setembro pelo comandante da Marinha, Júlio de Moura Neto, para coordenar o Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear.

Ex-chefe do Estado Maior da Armada, Fragelli negociou a compra do porta-aviões São Paulo da França, em 2000. Empolgado com a retomada da construção de submarinos brasileiros - o último, Tikuna, saiu do Arsenal de Marinha em 2006 - ele explica que a troca da plataforma alemã pela francesa é o passaporte para o casco do veículo nuclear.

Além de ter sensores e sonares mais modernos do que os Tupi, o Scorpène tem o formato arredondado inspirado no nuclear francês, o que favorece a operação a profundidades maiores. O que muda no caso do nuclear é o tamanho. Enquanto o convencional tem 6,3 metros de diâmetro e desloca 1,4 mil toneladas, o nuclear precisará de 9 metros para abrigar o reator nuclear e deslocar 6 mil toneladas.

Por isso a Marinha decidiu construir um novo estaleiro, já que o do Arsenal de Marinha, na Baía de Guanabara, não pode abrigar a linha de montagem de um casco tão grande. Fragelli acredita que as formalidades do financiamento e as licenças ambientais serão definidas ainda este ano. Assim, o complexo naval e o primeiro Scorpène poderão começar a sair do papel no primeiro semestre do ano que vem. Dois anos depois, entra em construção simultânea o segundo. O terceiro e o quarto, iniciam os trabalhos com intervalo de um ano e meio. Mantido o cronograma, o primeiro sairá do estaleiro em 2015 e o último em 2021.


Ex-chefe do Estado Maior da Armada, Fragelli negociou a compra do porta-aviões São Paulo da França, em 2000. Empolgado com a retomada da construção de submarinos brasileiros - o último, Tikuna, saiu do Arsenal de Marinha em 2006 - ele explica que a troca da plataforma alemã pela francesa é o passaporte para o casco do veículo nuclear.


Além de ter sensores e sonares mais modernos do que os Tupi, o Scorpène tem o formato arredondado inspirado no nuclear francês, o que favorece a operação a profundidades maiores. O que muda no caso do nuclear é o tamanho. Enquanto o convencional tem 6,3 metros de diâmetro e desloca 1,4 mil toneladas, o nuclear precisará de 9 metros para abrigar o reator nuclear e deslocar 6 mil toneladas.


Por isso a Marinha decidiu construir um novo estaleiro, já que o do Arsenal de Marinha, na Baía de Guanabara, não pode abrigar a linha de montagem de um casco tão grande. Fragelli acredita que as formalidades do financiamento e as licenças ambientais serão definidas ainda este ano. Assim, o complexo naval e o primeiro Scorpène poderão começar a sair do papel no primeiro semestre do ano que vem. Dois anos depois, entra em construção simultânea o segundo. O terceiro e o quarto, iniciam os trabalhos com intervalo de um ano e meio. Mantido o cronograma, o primeiro sairá do estaleiro em 2015 e o último em 2021.O movido a propulsão nuclear devera estar pronto até 2025.

Enquanto isso os atuais U-209 da MB estão sendo modernizados e equipados com torpedos pesados.Sua vida util é estimada em mais 20 anos.



FONTE: DEFESA BR

Opinião: O Escorpene foi uma otima escolha.Salgado é a demora dos submarinos.Mas a produção dos mesmos é assim, demorada.Porem o nuclear ja era para estar pronto a tempos se tivesse tido na decada passada as verbas necessarias.Somente 5 paises do mundo possuem a tecnologia de submarinos nucleares, e são justamente estes paises que são membros do conselho de segurança da ONU, o que demonstra a importancia deste projeto para os anseios do Brasil.Enquanto nao chegam, os atuais U-209 estão sendo modernizados e receberão torpedos pesados do tipo Mk.48.

Começa a fabricação do primeiro URUTU III !!!







Primeiros passos do URUTU-III
Futuro veículo brasileiro será mostrado na LAAD 2009
05.04.2009

Segundo os dados conhecidos teve já inicio a fase de construção do primeiro protótipo do futuro blindado brasileiro URUTU-III. A viatura que começou a ser construída deverá substituir os actuais URUTU, e um seu derivado deverá substituir os carros de combate leves Cascavel. O futuro URUTU-III deverá aparentemente situar-se entre a viatura 6x6 conhecida como PUMA e o «Freccia», um derivado da viatura blindada «Centauro», da IVECO.

O Freccia parece ser demasiado grande para as exigências e necessidades brasileiras que dão maior ênfase à capacidade anfíbia. Por isso, a primeira versão da nova viatura a ser produzida em pré-séria será na configuração 6x6.

O futuro URUTU será bastante convencional, com o motor à frente do lado direito e o condutor do lado esquerdo. Mais atrás estará o comandante do veículo. O conjunto motor-transmissão parecem basear-se no PUMA, com as rodas da frente e centrais distantes da terceira roda.

Haverá um modelo base na configuração 6x6 e posteriormente várias versões, entre as quais uma equipada com uma torre operada do interior do veículo.
Neste caso o calibre do armamento principal será de 30mm e o fornecedor deverá ser de Israel. Está em desenvolvimento no Brasil uma torre que poderá corresponder a parte das exigências do exército, no caso de depois de desenvolvida ela se mostrar à altura.

Além de comandante e condutor, o URUTU terá ainda um operador de sistemas de armas e um grupo de até 10 militares armados.
Embora presentemente seja considerada uma solução obsoleta, aparentemente a especificação brasileira continua a pedir a inclusão de pequenas janelas que permitam disparar do interior do veículo, mas esta opção deverá ser adoptada, consoante a versão e utilização táctica prevista para o veículo.

As dimensões do URUTU-III não são conhecidas, mas estima-se que deva ficar por volta de 6,4m a 6,7m de comprimento, com um peso vazio de 11 a 12 toneladas e um peso carregado de 13 a 14 toneladas. Estes valores deverão aumentar consoante o tipo de armamento e configuração, pelo que algumas das versões deverão aproximar-se das 17 toneladas, com tripulação, munição e combustível.
Estes valores deverão permitir manter a flutuabilidade do veículo, que deverá, deslocar-se dentro de água a velocidades entre os 7 e os 10km/h. Em estrada ele deverá atingir uma velocidade de até 100km/h, com um sistema motriz com uma potência próxima dos 380cv.

Para a locomoção dentro de água, parece existir preferência pela utilização de hélices em vez de turbojactos, que foram testados no veículo Charrua, desenvolvido nos anos 80 sem sucesso. Existem várias vantagens tácticas na utilização de hélices. Uma das quais é o ruído em operações anfíbias em áreas como a floresta amazónica.


Ao contrário do caso do actual URUTU, que foi sempre desenvolvido na versão 6x6, o seu substituto deverá possuir uma versão 8x8. Tal viatura será menor que o Centauro e foram apontados vários valores para o seu peso máximo. No entanto, considerando o tipo de torres armadas com canhão de 105mm que poderão ser utilizadas, e considerando ainda o peso máximo estimado para a versão 6x6, uma versão 8x8 provavelmente não disporá de capacidade anfíbia.
Um URUTU-III armado com uma torre de 105mm como a italiana Hitfact não deverá pesar menos de 20 toneladas, estando porém dentro dos limites que permitam o seu transporte dentro de aeronaves do tipo C-130 ou do eventual Embraer EMB-390. A instalação de uma torre de 120mm não parece para já ser considerada, pois as dimensões do veículo desaconselhariam a sua instalação.

Os cálculos, contas e valores apontados por várias fontes sobre as dimensões e peso do futuro URUTU-III são ainda complicados pela possibilidade de o veículo utilizar blindagem modular, que pode ser adaptada e aplicada conforme as necessidades operacionais. Isto pode facilmente aumentar o peso total do veículo. Os primeiros esboços e maquetes oficiais deverão ser apresentados no Rio de Janeiro ainda este ano durante a LAAD.

O protótipo ja começou a ser construido e deverá ficar pronto até ao final do ano de 2009, sendo depois submetido a testes de avaliação. Sendo esses testes positivos, o fabricante passará para a fase de pré-produção de um lote maior de viaturas que também deverá ser submetidas a testes mais rigorosos até que uma decisão final de aprovação tenha lugar até final de 2011, data a partir da qual, se tudo correr sem entraves, deverá ser fabricado em larga escala.


Fonte: Área militar

Opinião: A versão de reconhecimento 8x8 com canhão de 105mm e a versão de transporte 6x6 com certeza serão compradas para substituir os ja desgastados blindados da engesa, que foram revitalizados nos ultimos anos pelo proprio exercito para aguentar o tranco até a chegada de novos blindados.Este plano é ambicioso pois visa construir um novo parque de blindados no Brasil e levar para exportação, principalmente na America do Sul.Começaremos debaixo, mas um dia nossa industria bélica voltara a ser o que era antes.





AVIBRAS quer vender missel de 300km para o Exercito Brasileiro!!!















FOTO: ASTROS II e AVMT-300





O Brasil está a desenvolver um novo míssil guiado, de nome AV/MT-300 que será lançados por camiões Astros-II. Os novos mísseis serão guiados por um sistema inercial por laser e GPS, de forma idêntica aos mísseis americanos BGM 109 Tomahawk, mas a uma fracção do custo unitário destes (1,4 biliões de dólares por unidade!), voando como um míssil até se aproximar do alvo, altura em que abre as asas e passa a voar como um pequeno avião supersónico, até ao momento do impacto.

De capacidades semelhantes ao Tomahawk americano, o AV/MT-300 terá, um preço muito inferior… Ou seja, em vez de 1,4 biliões de dólares cada míssil, cada AV/MT-300 deverá custa menos de um milhão de dólares. As características e promessas desta proposta brasileira já atrairam o interesse dos actuais utilizadores do sistemas Astros II. Como a Malásia que ainda recentemente comprou sistemas Astros II por 180 milhões de dólares ou o Iraque, a Arábia Saudita, o Qatar e o Kuwait, para além do Brasil, claro.

O AV/MT-300 brasileiro será capaz de transportar uma ogiva de até 200 Kg de explosivos a alvos situados a até 300 Km de distância. Existem estudos para variantes navais do míssil (conhecidas como X-300) e de lançamento aéreo, sobre os quais a Avibras tem trabalhado, de forma intermitente, nos últimos anos, pelo menos desde 1999.

A abordagem está sendo dada a um ambicioso programa destinado, por exemplo, a integrar o elo do Exército na defesa dos interesses na plataforma continental, jazidas do pré-sal e toda a rede de plataformas marítimas da Petrobrás. O míssil de cruzeiro leve TM, revelado em 2001, é a versão local de uma classe de arma guiada criada com a meta no baixo custo. A versão brasileira atua entre 150 e 300 quilômetros. Pode ser disparada do solo por carretas padrão do sistema Astros-II ou embarcada em caça bombardeiro.

A proposta de Hassuani é empregar mísseis em baterias de até seis veículos, dois a dois, totalizando 12 vetores. O TM é de calibrec 450 mm, e cobre alvos de 120 a 300 quilômetros . Distribuídos ao longo dos pontos estratégicos do litoral, podem levar fogo rápido e intenso sobre conjunto de embarcações que pretenda, por exemplo, tomar instalações da rede de exploração de petróleo. O investimento, de longo prazo, chega a R$ 1 bilhão.

Fonte: O Estado de São Paulo

Opinião: Este missel tem tudo para dar certo, uma vez que Arabia Saudita e Malasia est~]ao interessados.Ja para o Brasil, a possibilidade é menor devido ao preço do missel, que mesmo sendo bem menor que o seus concorrentes no mercado sairia cara para o EB.Porem com as recentes compras é possivel que o Brasil abra a mão para esta arma devido a sua eficacia em proteger a area do pré-sal.Mas para iso novos ASTROS II teriam de ser comprados pois no momento temos apenas 20 lançadores, todos próximos a Brasília.O tempo dira...

Para o Brasil, este missel nos colocaria muito acima da capacidade militar terrestre dos nossos vizinhos, que sequer possuem algo de maior alcance e poder de fogo que os atuais foguetes do ASTROS II.


Brasil aumenta presença militar na Amazônia!!!





Reforço ampliaria de 25 mil para 30 mil os militares na Amazônia.

A preocupação com a segurança das fronteiras é grande no meio militar, principalmente na área próxima à Colômbia, por causa das ações das Forças armadas Revolucionárias das Colômbia (Farc). A Estratégia Nacional de Defesa, o plano de defesa montado pelos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, prevê a criação de 28 novos batalhões na fronteira amazônica e nas terras indígenas, mais do que o dobro dos que existem hoje.

As unidades de defesa deverão ser construídas até 2018. O orçamento para a instalação dos postos, compra de equipamentos e gastos com infraestrutura é de R$ 1 bilhão, de acordo com o Ministério da Defesa. Atualmente, 25 mil homens atuam na região amazônica. Com o reforço, serão 30 mil.

Os novos pelotões seguirão diretrizes muito diferentes das aplicadas até agora. Atuarão como células de vigilância militar e não de vivificação de fronteiras, que implicava o povoamento de uma região, o que levava sempre à criação de uma vila nas proximidades. As mulheres e os filhos dos militares não se mudarão mais com eles, porque ficarão fora por um período breve. Um dos pelotões será instalado na região da Serra do Sol, onde vive a etnia ingaricó, entre o Parque Nacional Monte Roraima e a Serra do Parima, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana.

O projeto que prevê a instalação dos novos pelotões faz parte do Amazônia Protegida, lançado em dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia é que os novos pelotões estejam prontos para reagir imediatamente a qualquer ameaça e para monitorar ações suspeitas, seja no tráfico de drogas ou biogenético.

Com o Amazônia Protegida, os postos militares na fronteira amazônica passarão de 23 para 51. Todos eles serão instalados nas terras indígenas e nas áreas de conservação da Amazônia. Cerca de R$ 140 milhões deverão ser gastos pelos próximos nove anos para modernizar os quartéis já existentes.

Quando os novos postos estiverem instalados, a distância entre eles deverá ficar entre 200 e 250 quilômetros. Eles estarão conectados ao Sistema de Vigilância da Amazônia.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Opinião: Uma melhora, mas muito modesta.O Exercito deveria ter no minimo 50.000 militares na região em tempos de paz, dispondo de uma grande quantidade de helicopteros para deslocar estas tropas.Mas fazer o que, antes isso do que nada.Pelo menos a FAB vai criar um esquadrão com 12 MI-35M em Porto Velho, e pretende colocar 12 caças F-5, comprados da Arabia saudita, em Manaus (após sua modernização pela EMBRAER).

Brasil podera gastar 12 bilhões com caças!!!




Propostas apresentadas à Aeronáutica mostram que o Brasil deverá pagar até R$ 12 bilhões por novos caças

Mário Simas Filho

Entrou em contagem regressiva o prazo para a definição sobre os 36 novos caças supersônicos que o País irá comprar para reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB).

Na sexta-feira 12, aterrissaram no Comando da Aeronáutica três pacotes contendo as últimas propostas dos fabricantes de cada um dos aviões finalistas: Gripen NG (sueco), F-18 (americano) e Rafale (francês).

Os documentos são sigilosos e, além do preço das aeronaves, relacionam detalhes técnicos, cronograma de fabricação e manutenção, armamentos que poderão ser utilizados, radares, contrapartidas comerciais e disponibilidade de transferência tecnológica.

A papelada revela que as propostas finais variam entre R$ 8 bilhões e R$ 12 bilhões. Dependendo da opção a ser tomada pelo governo, valor semelhante poderá ser gasto nos próximos 30 anos com a manutenção das aeronaves.

A decisão caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, depois de ouvidos o Conselho de Defesa Nacional e os oficiais da FAB. O anúncio final está previsto para a segunda quinzena de julho.

“Não se trata apenas de preço, embora esse seja um dado significativo”, tem afirmado o ministro Jobim. “Precisamos de um avião capaz de promover nossa defesa e um nível de transferência tecnológica que assegure o desenvolvimento da indústria nacional e permita ao País conceber seus próprios aviões.”

Os documentos entregues ao Comando da Aeronáutica na sexta-feira 12 são o resultado de mais de sete anos de negociações e disputas entre os fabricantes.

Os três finalistas foram anunciados no final do ano passado e apresentaram suas primeiras propostas em fevereiro.

Depois disso, Jobim, oficiais da Aeronáutica, deputados e senadores mantiveram diversos encontros com os fabricantes, fizeram visitas técnicas às fábricas e novas propostas foram entregues em março. Agora, chegaram as ofertas finais, que não podem mais ser alteradas.

Quando comparadas às primeiras propostas, muita coisa mudou. No que se refere aos preços, segundo um oficial ouvido por ISTOÉ, houve uma redução média de 15%.

Dos três finalistas, o F-18 e o Rafale são mundialmente reconhecidos. Existem 350 F-18 já em operação e 120 Rafale, que equipam a Marinha e a Aeronáuitica francesa.

Ambos são comercializados por valores que variam entre US$ 60 milhões e US$ 70 milhões.

O Gripen NG, por sua vez, é um avião ainda em desenvolvimento e nenhuma unidade foi vendida, embora os suecos estejam em processo de negociação com a Índia e a Grécia, além do Brasil.

O fato de tratar-se de um equipamento em construção, no entanto, agrada aos setores da FAB, que vislumbram a possibilidade de participar efetivamente do desenvolvimento do avião.

O problema é que o caça sueco tem em sua planta componentes fornecidos pelos Estados Unidos e por mais cinco países da União Europeia, o que torna extremamente complexo qualquer acordo de transferência tecnológica. “Não podemos correr o risco de financiar o desenvolvimento de um projeto sem ter absolutamente certo que poderemos dispor de toda a tecnologia empregada”, disse um dos sete deputados que estiveram na Suécia recentemente.

No ano passado, a Noruega, que assinara um acordo de participação no desenvolvimento do Gripen NG, rompeu o compromisso e comprou caças americanos.

Também ocorreram diversas mudanças técnicas desde o início do projeto FX, nome dado pelos militares para o processo de escolha dos caças, até a entrega das propostas finais.

O Gripen apresentou uma série de aprimoramentos em relação à versão que iniciou a disputa e que está em operação na África do Sul, República Checa e Hungria. Mudou, por exemplo, o trem de pouso para permitir maior capacidade de combustível e, portanto, maior autonomia de voo.

Mesmo assim, continua, quando comparado aos concorrentes, o avião de menor alcance. Trata-se de um dado importante a ser considerado pelo Conselho de Defesa Nacional. Se optar por um avião de menor autonomia de voo, o Brasil terá que construir novas bases aéreas ao longo de seu território.

Quanto à transferência de tecnologia, segundo os oficiais ouvidos por ISTOÉ, as propostas finais não trouxeram grandes mudanças. Os franceses prometem os códigos-fonte, a concepção de design e o detalhamento para o desenvolvimento e a fabricação futura no Brasil.

Para isso, os fabricantes precisam de expressa autorização da Secretaria-Geral da Defesa Nacional da França e da Direção- Geral de Armamento. Como o Brasil e a França já têm assinados acordos de cooperação na área de defesa, o processo de autorização pode ser facilitado.

No caso do F-18, a legislação americana é muito restritiva no que se refere à transferência tecnológica em equipamentos de uso militar. A autorização precisa ser fornecida pelo Departamento de Estado dos EUA, que só avalia a demanda depois da compra feita pelo país interessado e após aprovação pelo Congresso americano.

Como boa parte do Gripen tem origem nos EUA, inclusive o motor, os suecos acabam tendo as mesmas restrições.

Apesar de o projeto FX correr sob sigilo, há no Congresso um movimento para que as questões relativas à transferência tecnológica sejam colocadas de forma aberta.

“Não estamos apenas comprando aviões, mas, sim, conhecimento para que possamos manter nossa soberania”, diz o deputado Roberto Santiago (PV-SP), que nesta semana deverá encaminhar ofício pedindo o comparecimento do ministro Jobim no Congresso para detalhar o processo de escolha dos novos caças.

Independentemente de qual avião será escolhido, a preocupação na FAB é a de que os prazos sejam cumpridos, pois boa parte dos caças que compõem a atual frota brasileira não terá condições de voar a partir de 2013.

FONTE: DEFESA BR

Opinião: Esta decisão sera de suma importancia para o Brasil e para industria aeronaltica brasileira.Ainda creio que o vencedor sera o Rafale, a exemplo dos helicopteros e submarinos, mas só saberemos mesmo quando a FAB divulgar o resultado, tudo pode acontecer.Mas podemos ter certeza de que independente da escolha, daremos um grande salto em relação aos atuais F-5M e Mirrage 2000C, e nos consolidaremos com potencia aerea regional.


Brasil Investe no KC-390 da EMBRAER





Na LAAD de 2007 a EMBRAER anunciou o projeto C-390, um avião de transporte militar baseado em componentes e estruturas da família de jatos BEM-170-190. No caso seriam usados especificamente sistemas e estruturas do BEM-190.

Dois anos após, no dia 14 de Abril de 2009, no primeiro dia da LAAD 2009 a EMBRAER e o Comando da Aeronáutica assinavam o contrato de desenvolvimento do KC-390.


Se uma letra foi adicionada à designação inicial as premissas originais da EMBRAER foram completamente alteradas. De uma oportunidade de negócio da empresa, explorar um nicho do mercado, passou a ser um projeto da Força Aérea Brasileira.

A formalização ocorreu em duas oportunidades. A primeira quando a FAB e a EMBRAER, nas pessoas do seu comandante Brig Juniti Saito e o Diretor-Presidente da EMBRAER Frederico Curado assinaram o documento da formalização do projeto. E na segunda oportunidade no dia 23 de Abril, quando foi publicado no Diário Oficial o tamanho do compromisso com o projeto. (Ver quadro abaixo)

O KC-390

O avião todo foi alterado, em relação à versão inicial. A necessidade de adequar às especificações da FAB assim como agregar mais capacidades levou a que o projeto fosse todo revisado.

As alterações incluíram tanto a parte estrutural, da concepção, como de componentes. Como exemplo as turbinas que precisam agora ser de uma classe de potência superior à usada no EMB 190.

O projeto como apresentado
em 2007 e a atualização de 2009.

Outra alteração significativa foi a da parte dianteira da aeronave. O projeto de uma nova estrutura também permitirá o emprego de aviônicos mais adequados às operações militares. Como dois HUD (Visor Frontal) e telas compatíveis com Óculos de Visão Noturna (NVG) da tripulação.

As alterações podem ser percebidas no desenho abaixo como apresentado em 2007 e o projeto atual em 2009. Liberado da restrição de empregar o máximo possível de componentes do BEM-190 a equipe de projeto pode se dedicar a um projeto militar desde o início.

Assim a alteração da cauda foi um passo lógico permitido mais altura para manuseio de cargas.

O processo de procura do motor, como dos outros sistemas, ocorrerá ao longo dos próximos dois anos, embora o motor, como um dos sistemas principais, deva ser um dos primeiros a serem definidos.

"Estamos em contato com todos os fabricantes que têm produtos na faixa de interesse", informa .

Os requisitos

Aeronave de transporte tático, com rampa traseira, com capacidade para:

• Transporte de carga paletizada, containers, tropa, veículos etc..
• Lançamento de pára-quedistas e carga, incluindo extração a baixa altura (LAPES)
• Configurável para missões de evacuação aeromédica (+ 80 macas)
• Configurável para aeronave reabastecedora e podendo ser reabastecida em vôo
• Capaz de carregar 1 VBTP-MR, ou 1 LAV-25, ou 1 EE-11 Urutu ou 3 HMMWV ou Marruás
• Aviônica no estado-da-arte, compatível com Óculos de Visão Noturna (NVG), permitindo vôo noturno e diurno em qualquer tempo
• Capaz de operar em pistas curtas e semi-preparadas
• Certificação civil pelo RBHA 25 (FAR Part 25)

O Compromisso da FAB

A publicação no Diário Oficial da União, dia 23 Abr 2009, do Extrato de Inexigibilidade de Licitação Nº 1/2009, mostra um Comando da Aeronáutica lançando uma cuidadosa projeção de gerenciamento, não só para o futuro, mas também muito com o presente.

O Comando da Aeronáutica contrata o desenvolvimento e produção de dois protótipos, mais todas a documentação e ferramental associados, por um valor de R$ 3,028 Bilhões.

As implicações estratégicas deste movimento são inúmeras. Primeiro para o próprio Projeto do KC-X ao indicar um horizonte financeiro e viabilizá-lo sem as agruras e incertezas orçamentárias.

Segundo, fortalecer a EMBRAER e a própria FAB quando em discussões com países e empresas candidatas a parcerias de risco.

Terceiro, a garantia de uma injeção de recursos em um momento crítico com o início próximo das discussões da fase das contrapartidas comerciais dentro do Projeto F-X, onde a EMBRAER tem presença relevante.

E por último e não menos importante sinalizou ao mercado de aviação mundial que o governo brasileiro de uma forma ou outra dentro da legislação atual estará apoiando com créditos para projetos a empresa.

Garante assim as chances de ter projeto competitivo em disputar um mercado de mais de 600 aviões de transporte, na faixa de 20 toneladas, essencialmente antigos Hércules C-130 com mais de 25 anos de uso. Estão em uso por países que não comprometeram-se com projetos como o europeu Airbus A-400M ou já contrataram o C-130J da americana Lockheed Martin.


FONTE: DEFESA NET

Opinião: A FAB devera adiquirir um minimo de 25 unidades deste novo avião para substituir os atuais C-130, que ja deram o que tinham que dar.Com certeza este sera mais um projeto militar brasileiro que fara sucesso, a exemplo da familia tucano.

sábado, 20 de junho de 2009

Helicópteros de Ataque Mi-35M chegarão este ano









MI-35M

Desde que apareceu pela primeira vez, o potente MIl Mi-24 "Hind" tornou-se o rei dos helicópteros de combate sobre o campo de batalha. Esta grande e poderosa máquina é um exemplo clássico da filosofia da "força bruta" que dominava o pensamento militar soviético durante a Guerra Fria. Foi dimensionado para transportar uma seção de assalto de oito soldados, que desembarcam pelas grandes portas laterais, apoiados por seu pesado armamento que garante a eliminação de qualquer resistência por parte do inimigo. A carga bélica externa compreende quatro mísseis anti-carro e quatro casulos lança-foguetes UV-32. Sua principal missão não é combater unidades blindadas e sim prover apoio aproximado às tropas em terra, atuando como uma espécie de artilharia aérea, com grande potência de fogo e mobilidade. A versão inicial de série foi o Hind-A, que tinha uma tripulação de vôo de quatro homens; piloto, co-piloto, navegador/artilheiro e observador. O rotor principal com cinco pás de aço revestidas com fibra de vidro e com cubo em titânio o torna bastante resistente ao fogo anti-aéreo. Os motores potentes são parcialmente blindados, dotados de separadores de partículas nas tomadas de ar e dispositivos nas saídas de escape para reduzir a emissão de radiação infravermelha. O Hind-B, primeira versão operacional, tinha semi-asas para fixação do armamento, e o Hind-C apresentava um novo rotor de cauda, situado à esquerda da deriva, para produzir um efeito de tração em vez de empuxo.

A mais numerosa de todas as versões foi o Hind-D, com nova cabine dianteira biposto, em tandem, com o artilheiro ocupando a posição da frente e o piloto atrás, num plano superior. Em volta do nariz existem vários sensores todo-o-tempo e sistemas de pontaria das armas, incluindo um radar, uma câmera de tv de baixa intensidade luminosa (LLTV) e um visor térmico FLIR. A torre de metralhadora traz uma arma de tiro rápido, de quatro canos rotativos de 12,7 mm. O Hind-E tem uma aviônica melhorada e utiliza mísseis teleguiados 9M114 (AT-6 Spiral). As semi-asas podem levar uma grande variedade de armas, entre mísseis, foguetes de diversos calibres, bombas, casulos com canhões GSh-23L de 23 mm de cano duplo, disseminadores de minas ou tanques auxiliares. As contramedidas incluem um sistema Ispanka L-166V-1AE para interferir nas radiações infravermelhas, lançadores de fogos-de-bengala IR e tiras anti-radar (chaff). O Hind-F teve a metralhadora do nariz substituída por um canhão GSh-30-2 de 30 mm e cano duplo, no lado direito da fuselagem. Outras versões do Hind incluem o Mi-35, o Mi-24 RCh, um helicóptero de reconhecimento NBQ e o Mi-24K (Hind-G2) para controle de tiro de artilharia. Nos últimos 20 anos foram construídos cerca de 2.300 unidades, metade das quais ainda está a serviço das forças armadas da ex-União Soviética e os demais exportados para mais de 15 países, entre eles Cuba, Índia, Líbia, Iraque, Paquistão, Síria e Peru e agora Brasil.

Opinião:

A chegada do primeiro lote ja está previsto para este ano.Militares da FAB ja estão indo para Rússia para terem um treinamanto intensivo.Esta compra feita pelo Brasil de 12 unidades por um total de 300 milhões de dólares tambem inclui peças e motores extras e transferencia de tecnologia do simulador de voo e de partes mecanicas e hidraulicas que possibilitem uma manutenção mais facil e barata do helicoptero.Caso a Russia mostre ao Brasil que pode garantir um bom apoio com seus equipamentos, é bem possivel que outras unidades sejam compradas só que para o exercito.

Brasil recebe os primeiros Leopard 1A5




Começaram a chegar ao Brasil os primeiros Leopard 1 A5 adquiridos na Alemanha pelo Exército Brasileiro. No último dia 16 de janeiro, duas VBC (Viaturas Blindadas de Combate) chegaram ao Porto do Rio de Janeiro e foram conduzidas à Escola de Material Bélico (EsMB), onde serão utilizadas para instrução nos cursos e estágios conduzidos no “berço dos blindados” do Exército Brasileiro. Outras três viaturas chegaram nesta quinta-feira (29/01) ao Parque Regional de Manutenção/3 (Pq R Mnt/3), em Santa Maria-RS, que será a unidade responsável pelas atividades de suprimento de peças e dos testes de entrega das viaturas às unidades que as operarão. Esses veículos fazem parte do primeiro lote de 60 carros a serem entregues em 2009 e que serão distribuídos entre as unidades da 5° Brigada de Cavalaria Blindada e 6° Brigada de Infantaria Blindada.

Em dezembro de 2006, o Exército Brasileiro adquiriu 250 VBC Leopard 1 A5. Desse total, 220 serão distribuídas em quatro Regimentos de Carros de Combate e no Centro de Instrução de Blindados. As viaturas estão passando por um processo de revitalização e manutenção na Alemanha, sob responsabilidade da empresa Krauss-Maffei Wegmann, fabricante dos Leopard. Dos 30 veículos não-revitalizados, dois serão entregues ao Departamento de Ciência e Tecnologia, dois à EsMB (já entregues) e 26 (vinte e seis) para o Pq R Mnt/3. Esta distribuição possibilitará a realização de estudos técnicos, de atividades de ensino e de suprimento de peças, respectivamente.

Desembarque no Porto do Rio de Janeiro.
Desembarque no Porto do Rio de Janeiro.

De acordo com o Boletim do Exército, de 27 de julho de 2007, a distribuição dos Leorpard 1 A5 será feita da seguinte maneira, incluindo a ordem:

Centro de Instrução de Blindados = 4 Leo 1A5
1° RCC = 54 Leo 1A5
4° RCC = 54 Leo 1A5
5° RCC = 54 Leo 1A5
3° RCC = 54 Leo 1A5
Total = 220

Além das VBC, foram adquiridas 20 viaturas Leopard de apoio, sendo sete Viaturas de Socorro, quatro Lança-Pontes, quatro de Engenharia e cinco Escola de Motoristas, todas revitalizadas pela alemã Rheinmetall AG.

O contrato de compra incluiu um Pacote Logístico e prevê a manutenção de um escritório de apoio do fabricante em Santa Maria até um ano após a entrega das últimas viaturas, além da compra de um simulador fixo da cabine, que permite o treinamento simultâneo de até quatro carros de combate, e de quatro simuladores portáteis a serem distribuídos a cada um dos RCC.

Com a chegada dos Leopard 1 A5, haverá uma redistribuição dos Leopard 1 A1 e M-60 A3TTS atualmente em uso no Exército Brasileiro. Essa compra também permitirá a desativação dos M-41C restantes, embora a informação ainda não esteja confirmada. O Leopard 1A5 será o principal carro de combate do Exército nos próximos anos e representa um avanço para a força blindada brasileira. A previsão de entrega das últimas viaturas é de novembro de 2012.

O Leopard 1 A5 é a versão mais moderna da família Leopard 1. Está equipado com um sistema de controle de tiro EMES 18 com telêmetro laser e visão termal para o combate noturno e o sistema ótico da Zeiss, além de blindagem e suspensão reforçadas. O veículo é capaz de disparar munições mais potentes que a versão 1 A1, incluindo do tipo APFSDS (Armoured Piercing Fin-Stabilised Discarding Sabot).

Com suas cerca de 42 toneladas e um motor de 830 cv é capaz de atingir até 65 Km/h e tem autonomia máxima de 600 Km. Seu canhão é um 105mm L-7 da Royal Ordnance Factories, capaz de disparar até 10 vezes por minuto e alcance eficaz de até 4 Km.

FONTE: Defesa Brasil

Opinião: Estes 220 Leopard 1A5 revitalizados na Alemanha e comprados pelo Brasil por um montante de 125 milhões de dólares (incluindo 30 unidades para desmonte e estudos, e outras 20 de apoio) são um bom salto tecnológico para a força, ainda que tardio.Eles irão substituir os M-60 e Leopard 1A1.Ja os Leopard 1A1 irão ficar no lugar dos velhos M-41C enquanto o destino dos M-60 é um mistério.No ambito latino americano, somente o Leopard 2A4 chileno é superior a este blindado.Esta compra é o minimo a ser feito pois coloca o Brasil em situação confortavel em relação a Argentina, que é o país qu em tese mais ameçaria o Brasil quando a blindados.Mas não deixa de ser uma compra ´´morna´´, longe de ser o ideal para um país que ambiciona um lugar no conselho de segurança da ONU.Estes blindados deverão ficar em serviço por pelo menos dez anos.Uma modernização e reforço de blindagem seria muito bem vindo, assim como feito pelo Canadá.

Poder e Reaparelhamento do Exercito Brasileiro


O Exercito Brasileiro tem sido, dentre as tres forças, a que menos vem recebendo verbas para o seu reaparelhamento, apesar de ser a maior instituição de defesa do país tanto em equipamentos como em efetivos.

O efetivo em serviço ativo varia entre 190.000 e 200.000 militares, dependendo do numero de recrutas.Na reserva são mais de 1 milhão.

Foto: Leopard 1A5


O Exercito esta dividido em sete comandos militares com os seguintes efetivos:

Comando Militar do Leste: Rio de Janeiro,Espirito Santo,Minas Gerais - 50.000 militares
Comando Militar do Sul: Rio Grande do Sul,Santa Catarina,Paraná - 40.000 militares
Comando Militar do Sudeste: São Paulo - 20.000 militares
Comanda Militar da Amazônia: Região Norte - 26.000 militares
Comando Militar do Nordeste: Região Nordeste - 23.000 militares
Comando Militar do Planalto: Goiás, Distrito Federal, parte de Minas Gerais e Tocantins - 18.000 militares
Comando Militar do Oeste: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul - 12.000 militares

Unidades militares estão sendo criadas ou transferidas para o CMA, seguindo as prioridades do Plano Estrategico de Defesa lançado pelo governo, que prioriza a Amazônia, as fronteiras, e area do pré-sal.

O CMA apesar de ter a maior região, proporcionalmente, possui o menor efetivo.A Amazônia precisa de muito mais para estar segura.Foi lançado pelo governo o programa Amazônia Protegida que vai aumentar de 23 para 51 o atual numero de pelotões de fronteira na floresta, alem de criar novas brigadas.O Plano estará concluido até 2018, e tambem vai modernizar os pelotões atuais.O Exercito tera no futuro mais de 30.000 militares na região, um numero ainda modesto.Um minimo de 50.000 seria o ideal em tempos de paz.

Agora vamos analisar os atuais equipamentos da força:

Blindados: 128 Leopard 1A1, 91 M-60 A3 TTS, 128 M-41C, 409 EE-9 Cascavel, 223 EE-11 Urutu, 583 M-113B.

Artilharia: 20 ASTROS II, 37 M-109A3, 72 M-108, 280 M-101, 92 M-114, 54 Light Gun, 18 Oto Melara, 72 Bofors L/60, 32 Bofors L/70, 36 Oerlikon GDF-001, 56 IGLA 9K 38

Helicopteros: 32 Esquilo/Fenec, 35 Pantera, 8 Cougar, 4 Black Hawk

Lança Rojões e Misseis Antiblindado: 10 MSS 1.2, 20 Milan, 12 Eryx, 127 Carl Gustaf e alguns milhares de AT-4.

Morteiros: + de 200 pesados de 120mm, e mais de 1.000 leves (60,70, e 81mm)

Um Exercito muito modesto para um país continental.Quase todos os equipamento são obsoletos e predominantemente providos dos anos 60/70.

Somente a aviação, criado no fim dos anos 80, possui helicopteros relativamente novos, que acabaram de chegar ou ainda chegarão em sua metade da vida útil.

As demais armas possuem alguns equipamentos novos como os misseis antiaereos de curto alcance IGLA, e os poucos misseis anticarro.Os obuseus autopropulsados são dos anos 60/70 mais os obuses comuns são das decadas de 40/50.A arma mais carente é a artilharia antiaerea, que só possui mísseis de curto alcance.

Um relatorio do exercito dizia que 70% dos Leopard 1A1 ja nao estavam em condições de funcionamento por falta de peças e 45% quando realacionado ao M-113B.Quanto mais antifo um equipamento mais cara a sua manutenção.

O EB precisa urgentemente substituir estes meios, e sempre procurando trazer retorno para a industria belica nacional.Atualmente as seguintes compras foram feitas:

220 Leopard 1A5 (+ 30 para estudos e reposição de peças) e outros 20 de outras funções.

16 helicopteros EC-725 Cougar (FAB e MB receberão quantidades semelhantes)

130 morteiros pesados de 120mm: fabricados pelo Exercito.

400 jipes militares Marrua

300 lança-rojão ALAC: fabricado pelo exercito/mectrom

Existem diversos projetos importante em andamento, e o que mais merece destaque é o URUTU III, que sera uma nova familia de blindados sobre rodas, porduzida pele exercito em parceria com a italiana Fiat/Iveco.Os blindados serão fabricados em MG, sendo que os 16 primeiros prototipos ja estao sendo produzidos para testes.As versões de transporte e reconhecimento deverão substituir os atuais urutu e cascavel.O EB espera assim pode criar um novo parque de blindados no brasil e manter a sua independencia quanto a blindados sobre rodas.

Ainda sim este projeto é de médio prazo.A fabricação so começara a partir de 2012, com 50 blindados produzidos em media anualmente.Um minimo de 250 da versão de transporte e 410 da versão de reconhecimento deverão ser comprados.O indice de nacionalização será de 60%.

O Exercito espera as negociações com a França para definir o seu modelo de Soldado do Futuro que deverar renovar os equipamentos e diretrizes dos soldados em geral.Devido as enormes dimensões do país, sera priorizados as unidades militares de Elite, que podem ser mobilizadas para qualquer canto do territorio nacional em curto espaço de tempo.São estas unidades: Brigada de Forças Especiais, Brigada de Infantaria Leve,Brigada de Infantaria Paraquedista,Grupo de Lançadores Multiplos de Foguetes.Tais unidades podem ser mobilizadas e deslocadas com auxílio de helicopteros ou aviões de transporte da FAB.

Torcemos para que o Exercito possa dispor dos meios necessários para garantir a soberania do país e os interesses na nação.O caminho é arduo, mas necessário.